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domingo, 16 de agosto de 2009

Arrebatamento da Igreja

O Apóstolo Paulo apresenta o ensino sobre o Arrebatamento da Igreja e sobre a situação dos mortos em Cristo e a vinda do Senhor.
I Tessalonicenses 4: 13 a 18
13 - Não quero, porém, irmãos, que sejais ignorantes acerca dos que já dormem, para que não vos entristeçais, como os demais, que não têm esperança.
14 - Porque, se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, assim também aos que em Jesus dormem, Deus os tornará a trazer com ele.
15 - Dizemo-vos, pois, isto, pela palavra do Senhor: que nós, os que ficarmos vivos para a vinda do Senhor, não precederemos os que dormem.
16 - Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro.
17 - Depois nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor.
18 -Portanto consolai vos uns aos outros com estas palavras ).
1) A vinda do Senhor (Parousia) - Se realizará na descida do Senhor do céu.
2) A Ressurreição dos Crentes - Depende da ressurreição de Cristo, se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, assim também Deus, mediante Jesus, trará juntamente em Sua companhia os que dormem.
3) Os salvos Ressuscitarão - Antes dos outros acontecimentos ligados com Sua vinda, pois os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro. Veja verso 16 e Apocalipse 20: 4-6.
4) O encontro com o Senhor - O encontro com o Senhor nos ares significa permanência no Novo Corpo Glorioso na Presença de Cristo que então deve proceder para a terra na companhia dos Santos.
5) Os vivos serão transformados - I Co 15: 51-53
( -51Eis aqui vos digo um mistério: Na verdade, nem todos dormiremos, mas todos seremos transformados;
- 52 Num momento, num abrir e fechar de olhos, ante a última trombeta; porque a trombeta soará, e os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados.
- 53 Porque convém que isto que é corruptível se revista da incorruptibilidade, e que isto que é mortal se revista da imortabilidade).
Marcará o fim da história e vinda de Cristo. - Veja também Mt 24: 31.
6) A vinda do Senhor é certa e repentina - I Ts 5: 1-3
1 Mas, irmãos, acerca dos tempos e das estações, não necessitais de que se vos escreva;
2 Porque vós mesmos sabeis muito bem que o dia do Senhor virá como o ladrão de noite;
3 Pois que, quando disserem: Há paz e segurança, então lhes sobrevirá repentina destruição, como as dores de parto àquela que está grávida, e de modo nenhum escaparão.
7) O que é arrebatamento - é retirar a igreja com poder da Terra, é raptar a igreja e levá-la ao céu.
O dia e hora ninguém sabe - Mt 24: 36 (Mas daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos do céu, mas unicamente meu Pai).
Ninguém pode marcar a data - II Pe 3: 8 (Mas, amados, não ignoreis uma coisa, que um dia para o Senhor é como mil anos, e mil anos como um dia).
Devemos estar sempre prontos - Mt 25: 1-13 (A parábola das 10 virgens).
8) Quem será arrebatado?
Muitos membros da Igreja não serão arrebatados .
Muitos filhos de crentes, esposas, esposos não serão arrebatados.
Todo crente nascido de novo será arrebatado.
O joio será separado do trigo.
9) A igreja não passará pela grande tribulação - Ap 3: 10.
Enoque foi arrebatado antes do dilúvio.
Elias foi levado ao céu antes do aparecimento das duas bestas que mataram os 42 rapazes (Rs 2: 11, 23, 24).
Ló foi tirado de Sodoma antes da destruição (Gn 19).
Deus não destinou a Igreja para a ira (I Ts 5:9).
João foi arrebatado ao céu logo o relato da última das 7 igrejas (Ap 4: 1, 2).
Se orarmos e vigiarmos escaparemos das coisas que sucederão (Lc 21: 36).
Há livramento para os que confiam no Senhor (Sl 32: 6 - Sl 91:1).

O Arrebatamento é:
1) Iminente - Flp 4:5; Apoc 22:20; 16:15.2) Súbito (não gradual, mas instantâneo) - 1Cor 15:52.3) Literal, corporal, pré-tribulacional, pré-milenar - os salvos o amam - 2Tim 4:8,o esperam - Flp 3:20,oram por ele - Apoc 22:20,vigiam à sua espera Mat 24:42.4) O propósito de Cristo - no Arrebatamento, é o de receber Sua noiva (o conjunto de todos os salvos da dispensação das igrejas locais) em eterna e bendita união - Efé 5:27; Apoc 19:6-8; 22:20. 5) Retirado da Terra o Espírito Santo - que habita dentro dos verdadeiros crentes (que são o sal da terra) das igrejas locais, o mundo rapidamente entrará no mais completo estado de putrefação moral e espiritual - Gen 6:3; Mat 5:13-16; 2Ts 2:6-8.

ARREBATAMENTO DOS CRENTES - DISPENSAÇÃO DAS IGREJAS
João 11:25-26; 1Ts 4:16-17; 1Cor 15:50-531) Os corpos de todos os que morreram EM Cristo - (logo, somente os verdadeiros crentes da dispensação das igrejas locais) serão ressuscitados.2) Uma fração de segundos depois - os corpos de todos os verdadeiros crentes (da dispensação das igrejas locais) então vivos serão transformados.3) Tanto os corpos ressuscitados como os transformados serão - incorruptíveis; imortais; glorificados, semelhantes ao que Cristo tem hoje. 1Jo 3:2.4) Arrebatado nos ares - todos os verdadeiros crentes (quer de corpos ressuscitados quer de corpos transformados) da dispensação das igrejas locais juntamente serão corporalmente arrebatados nos ares, para, em seus corpos glorificados, estarem com o Senhor pela eternidade dos séculos.

domingo, 23 de novembro de 2008

OBRIGADO POR VOÇÊ VISITAR MEU BLOG, DEUS TEM UMA PALAVRA PARA VOÇÊ.

FOTO DO FILHO PRODIGO

O filho prodigo

A parábola do filho pródigo (Lc 15) é um dos textos mais comoventes e edificantes da bíblia. No conflito do filho pródigo com seu irmão temos o retrato do nosso dilema entre a aventura e a fidelidade a Deus. Na cena do filho pródigo que passa fome, temos o retrato da nossa miséria quando afastados de Deus. E no abraço acolhedor que o pai dá, no filho que volta pra casa, temos a mensagem do amor incondicional de Deus.
É curioso que Jesus associe o amor incondicional de Deus à figura do pai. Não seria melhor uma mãe? Não é ela que geralmente está associada à saudade, a braços abertos e ao perdão? Jesus provoca e quer desinstalar as idéias que se têm de paternidade e de Deus.
A parábola ensina uma nova imagem de Deus. A experiência de fé de Jesus permitiu que Ele chamasse Deus de Pai, tirando de Deus aquele ar austero e distante. Pode-se até dizer que o cristianismo nasce dessa experiência de poder chamar Deus de Pai. O Deus de Jesus e dos cristãos é um pai amoroso; que disciplina, mas ama o perdão.
A parábola também ensina e provoca uma nova imagem de pai, alicerçada no perdão, no amor incondicional e no abraço. Esse pai zela pela disciplina na educação dos filhos, mas não a confunde com agressividade ou violência. Coloca limites necessários, mas não os confunde com restrição da liberdade. É um pai que às vezes se fecha e diz não, mas que também arrisca, confia, abre os braços e solta o filho.
É grande e bela a tarefa da paternidade, pois está associada à imagem de Deus. Ter boa imagem do pai colabora para que se tenha uma bela imagem de Deus. Se o filho pródigo tivesse medo do pai, como poderia voltar para casa e pedir perdão? Se o fiel tem medo de Deus, como terá coragem de pedir perdão?
Então, que tal um abraço? Quando o seu filho ou sua filha chegar em casa, tenha ele cinco ou 50 anos, abra os braços, coloque as mãos na sua cabeça e diga: Deus te abençoe, meu filho! A bíblia diz que esse gesto produz festa no céu! É isso que ensina essa parábola do filho pródigo e do pai amoroso.

JERICÓ A CIDADE MAIS VELHA DO MUNDO

Jericó goza atualmente do prestígio que lhe deu a arqueologia, de ser chamada "a cidade mais antiga do mundo". O título é talvez arriscado mas as escavações efetuadas no suposto lugar da cidade designada no Antigo Testamento com este nome, tem revelado que ao menos existia uma cidade fortificada há aproximadamente seis mil anos antes do acontecimento descrito no livro de Josué. A antigüidade conheceu duas cidades de Jericó. A do Antigo Testamento, a atual Tel es Sultan, remonta ao décimo milênio antes de Cristo e foi ocupada de maneira permanente desde o quinto milênio antes de Cristo. Na época que foi tomada pelos homens de Josué a cidade já existia desde a mais de 6.000 anos. A cidade é formada por escombros amontoados de várias cidades, muitas vezes milenares. A Jericó do Novo Testamento encontrava-se mais a sul, nas proximidades de confluência do uadi Qelt e do Jordão. Poderosa praça forte edificada pelos Asmoneus, foi consideravelmente ampliada por Herodes, o Grande.
O Antigo Testamento chama Jericó de "cidade das Palmeiras" (Juízes 3:13). Jericó encontra-se a 13 km a nordeste do mar morto. Foi tomada por Josué e seus homens, no século XIII a. C., possuía muralhas que serviam para defender a cidade do assalto de populações vizinhas que vinham em busca de alimento. Ela é narrada na Bíblia como a primeira cidade atacada por Josué e os israelitas quando eles entraram na terra prometida (Josué 6: 1-27).
Depois de ter tomado e destruído Jericó, Josué botara a cidade ao anátema: Maldito seja diante de Iahweh, o homem que se levantar para reconstruir esta cidade (Jericó)! Lançará seus fundamentos sobre o seu primogênito, e colocará as suas portas sobre o seu filho mais novo! (Josué 6:26). Quando ocorreu a partilha do território conquistado, Jericó foi atribuída a tribo de Benjamin (Josué 18:21). No tempo dos Juízes Jericó foi tomada por Eglon, rei de Moab (Juízes 3:12-13).
A cidade se encontra atualmente exageradamente cortada e escavada pelas explorações dos investigadores: Charles Waren que explorou sem grande êxito (1867-1869) e depois as explorações eficazes de Sellin e Watzinger (de 1907 a 1911), Garstang (de 1930 a 1936) e Katheleen Kenyon (de 1951 a 1958). A arqueologia permitiu precisar a sucessão dos vários períodos de ocupação do local e os indícios recolhidos permitem apenas imaginar como foi a vida comunitária e o habitat detrás das muralhas.