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quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

ONDE ESTÁ A CONTRACULTURA?


Por Norma Braga
Estamos no mundo mas não somos do mundo. Somos o sal da terra, a luz do mundo. São palavras de Jesus sobre nós. Os cristãos são chamados por Ele para ser contracultura. “Eles não são do mundo, como eu também não sou” (Jo 17.14). Isto significa que lutamos pela pureza: dentro de nós, no caminho tão pessoal e bonito da santificação, pela graça de Deus; e também fora de nós, denunciando a crueldade do pecado e convidando a outros para que sigam o mesmo caminho, escorados de igual modo na graça de Deus. Quando o fazemos fora de nós, confrontamos não só os incrédulos, para que se convertam, mas também os próprios crentes, para que deixem determinados pecados e se santifiquem, desatando os laços com outros (falsos) doadores de identidade – bens materiais, aparência, ideologias, saberes, profissões, condição social etc. Nossa identidade realmente última deve ser Cristo em todas as esferas da vida.
Quando o cristão adere inadvertidamente ao culto a um ídolo mundano, incorporando ao cristianismo elementos espúrios, esse chamado de Cristo tende a se tornar inócuo. Afinal, se nossa identidade é partilhada entre Cristo e ídolos, não nos diferenciamos do mundo o suficiente para salgá-lo. E o sal que não salga “só presta para ser pisado pelos homens” (Mt 5.13). Esse culto ambíguo e informe recebe um nome na filosofia reformada: “síntese”. E há muito mais sínteses do que conseguimos identificar, certamente: como dizia Calvino, o coração é uma incansável fábrica de ídolos.
No blog, e também no livro, uma das sínteses mais presentes em minha denúncia do pecado é a que mistura cristianismo com esquerdismo. Dediquei longo tempo ao estudo do esquerdismo em suas variadas formas – soviético, chinês, cubano, politicamente correto – e ainda pretendo fazê-lo muito mais. Porém, sabendo que o pecado nos empurra para extremos que apenas parecem opostos, mas são análogos, tenho ocupado minha mente hoje com a síntese que indiferencia cristianismo e conservadorismo – ou, de modo mais específico, cristianismo e luta contra o esquerdismo (ou luta cultural). Encerro a ambas as sínteses – com esquerdismo e com conservadorismo – sob a expressão “politização da fé”.
O que ocorre quando o cristianismo se dilui na politização da fé? A luta contra o pecado se torna predominantemente exterior, quando na verdade é primordialmente interior – ou seja, sempre se inicia com a identificação dos pecados íntimos, seguindo-se com arrependimento, perdão e cura diante de Deus. De fato, esse autoexame é uma condição sine qua non para o exame adequado dos pecados exteriores, conforme enfatizou Jesus em Lucas 6.41-42. Se não conhecemos nem nossos próprios pecados, como enxergaremos o pecado alheio?
Em Letters of Francis A. Schaeffer [Cartas de Francis A. Schaeffer], o grande apologista apresenta um referencial para que a importância da interioridade na vida cristã seja preservada, representado por um esquema onde aparecem três círculos concêntricos:
O círculo da apologética se correlaciona com “a aplicação da teologia à incredulidade” (John Frame), ou seja, com a luta da verdade contra a mentira que reside no coração humano (a começar pelo coração do próprio apologista: não esquecer Lucas 6.41-42). O das doutrinas diz respeito à afirmação positiva da fé cristã. E o interior é de onde fluem “os rios de água viva”, onde ocorre a conversão, onde se dá o relacionamento pessoal da alma individual com Deus . Sem o interior, nenhum dos outros dois pode constituir um cristianismo legitimamente bíblico. Sem o interior, de fato, não pode haver um salgar efetivo, pois somente nos diferenciamos do mundo à medida que nos deixamos transformar por Cristo.
Para Schaeffer, e também para mim, não há alternativa a não ser pedir a graça de Deus para que cada um desses círculos esteja em seu devido lugar na nossa vida. Porque somos pecadores, nossa tendência sempre será nos afastar de Deus para manter nossos pecados intactos (Jo 3.19). Então, para disfarçar esse afastamento, tenderemos a substituir a vida interior com Deus pela luta exterior com as pessoas, as ideologias, os pais, os professores, o “sistema”, achando que servimos a Deus com isso, sem perceber o quanto estamos secos por dentro. É quando o empunhar das armas toma o lugar da novidade de vida em Cristo. Se você acredita ter caído nessa armadilha, talvez ajude lembrar que estamos soldados neste mundo, mas nossa verdadeira natureza é de adoradores: amar a Deus e aos irmãos é o que faremos por toda a eternidade.
É precisamente nessa inversão – que suprime a primazia da vida interior e a substitui pela luta cultural – que eu identifico o cruzamento entre esquerdismo e conservadorismo como sínteses com o cristianismo. A única diferença é que não creio ser possível, para o cristão, aderir ao esquerdismo sem realizar sínteses, enquanto o conservadorismo, por ser a posição mais natural biblicamente, pode ser adotado sem corromper o cerne da fé. Porém, isto não significa que o cristão conservador deva se sentir imune ao mecanismo da inversão – e de fato, nesses tempos em que (finalmente!) as posições conservadoras “saem do armário” e se mostram à luz do dia, vários exemplos desse mecanismo já podem ser percebidos. Ainda tratarei mais disso aqui.
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Fonte: Blog da autora

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

PASTORES QUEREM BARGANHA COM GLOBO

Eles querem mocinha em novela.Malafaia e Rodovalho acenam parceria






Nos próximos dias, o coordenador dos projetos especiais da Globo, Amauri Soares, vai almoçar com o pastor Silas Malafaia, da Assembleia de Deus Vitória em Cristo.



Entre prato principal e sobremesa, o executivo e o religioso, que está à frente de 125 igrejas com cerca de 40 mil fiéis no país, discutirão interesses comuns entre emissora e evangélicos.



Até o fim de janeiro, Soares também se reunirá com o bispo Robson Rodovalho, da igreja Sara Nossa Terra, que tem 35 templos no país e já atraiu para o seu rebanho familiares do apresentador Silvio Santos.



Os encontros com os líderes evangélicos seguem uma agenda que teve início em 12 de novembro passado, quando Soares recebeu 17 deles no Projac, os estúdios do canal no Rio.



Durante horas, os religiosos acompanharam gravações e negociaram apoio e cobertura para a Marcha para Jesus, o Dia do Evangélico e o Dia da Bíblia.



Por sua vez, os líderes prometem apoiar o Festival Promessas, que a Globo criou em 2011 para divulgar a música gospel. A emissora confirma os encontros, mas não comenta detalhes das conversas.



"Nos últimos cinco anos, a Globo se aproximou desse público porque tem lhe conferido não somente peso de formação de opinião, mas também de mercado consumidor", explica Karina Bellotti, doutora da Unicamp que estuda mídia e religião.



Para ela, "é importante destacar que a bancada evangélica cresceu no Congresso, assim como o poder aquisitivo de muitos evangélicos que ocupavam a classe C".



"Se você for colocar qualquer coisa aí [na reportagem], põe que não há nenhum acordo para nos proteger", ressalta o pastor Silas Malafaia. "Que cada pastor que pague a conta pela sua besteira."



"A decisão [de abrir mais espaço para evangélicos] é deles", completa Rodovalho.



MOCINHA EVANGÉLICA



Para os dois, chegou a hora de a Globo quebrar o último grande tabu: investir em personagens evangélicos na teledramaturgia. Quiçá numa mocinha do horário nobre.



No começo de 2012, a Folha questionou Octávio Florisbal, então diretor-geral da emissora, sobre o assunto. Ele desconversou.



De lá para cá, a Globo emplacou duas coadjuvantes evangélicas: Ivone (Kika Kalache), de "Cheias de Charme", e Dolores (Paula Burlamaqui), de "Avenida Brasil".



Izabel de Oliveira, coautora de "Cheias de Charme", diz não ter recebido orientação para criar a personagem.



No Projac, segundo a assessoria da Globo, os religiosos "manifestaram o interesse em falar sobre o perfil atual do evangélico brasileiro para autores e roteiristas".



"A emissora considera a contribuição relevante, assim como as que recebe de vários segmentos da sociedade, inclusive de outras religiões", informou a Globo em nota.



A palestra proposta pelos líderes, porém, não ocorreu. "O Amauri me explicou que a teledramaturgia é muito independente", diz Malafaia.



Quatro autores procurados pela Folha se recusaram a falar sobre o tema. Silvio de Abreu foi exceção. "Sinto muito, nunca tratei de personagem religioso em nenhuma novela nem pretendo."



Evangélicos veem mais holofote em outras religiões. Os casamentos em folhetins são geralmente católicos. Novelas espíritas são constantes.



E, se há personagens evangélicos, "é crente, mas vagabundo. É pastor, mas safado", dispara Malafaia.

foto montagem
O ator Edson Celulari, imagem de televisão mostrando o bispo Sérgio Von Helder, a atriz Kika KalacheAdicionar


APERTO DE MÃO



A cena de pastores no Projac seria inimaginável em 2008. Malafaia atacava: "Em 25 anos, vin-te e cin-co [pontua cada sílaba], lembro de apenas uma reportagem boa na Globo sobre evangélicos. E tem semana em que, todo dia, o 'Jornal Nacional' fala bem da Igreja Católica".



Desde então, o pastor reduziu as farpas trocadas com a Globo. Afirma ter apertado a mão de João Roberto Marinho, vice-presidente das Organizações Globo, no fim de 2010, numa reunião "muito legal" no escritório dele, segundo o religioso.



"Ninguém deu mais pau na Globo do que eu. Se um veículo nos denigre, você acha o quê? Disse isso pro João. Ele até riu", diz Malafaia.



"No passado, éramos corpos estranhos, não tínhamos nenhum diálogo", afirma Rodovalho. Agora é diferente. "No Projac, Amauri falou bastante do slogan: 'A gente se vê por aqui'." Procurados, João Roberto Marinho e Amauri Soares não quiseram comentar os encontros.

    Fonte: Folha      



sábado, 5 de janeiro de 2013

Conheça os Candidatos da Equipe "Amigos do Presidente" para CGADB

Eyshila conta como suportou o vício do marido

A cantora Eyshila está casada com o pastor Odilon deste 9 de dezembro de 1995, mas a história do casal foi marcada por grandes dificuldades pois ele era viciado em drogas.
No início a cantora achava que poderia levar o namoro numa boa com ele, mesmo depois de saber que ele usava cocaína. Por algumas vezes Odilon, filho do pastor José Santos (líder da Assembleia de Deus da Penha – já falecido), tentou se internar em clínicas para usuários de drogas, mas acabou tendo algumas recaídas.

O casal ficou dois anos separados por este motivo, mas resolveram voltar e se casaram. Eyshila relata que chorou todas as noites durante o primeiro ano de casada.


“Logo quando nos casamos ele disse: ‘Já tentei sair das drogas, tentei, e não vou conseguir sair nunca. Então você decide ficar casada com um viciado ou se separa. Não vou largar as drogas’”, lembra a cantora.

“Ouvir isso foi a pior afronta que já recebi na minha vida! Era como se o diabo estivesse falando comigo. Então, percebi que a minha luta não era contra o meu marido, mas contra o diabo.”


Por muito tempo ela decidiu não contar para seus familiares e amigos o que passava em sua casa, quando seu esposo sai atrás de drogas. Foi quando surgiu a oportunidade de gravar a música “Tira-me do Vale”, em seu primeiro CD solo, foi que Eyshila tomou um posicionamento ainda maior e teve vitória.

Naquela noite, ao chegar em casa, Eyshila não encontrou seu esposo que estava no “morro” atrás de drogas. Ela então sentiu confiança em seu coração e descansou. Quando deu 3h da manhã Odilon chegou em casa atordoado pedindo para que ela orasse por ele.


“Ele havia chegado totalmente atordoado. Havia tido um problema no ‘morro’ e estava decidido a morrer. Saiu de lá com o carro em alta velocidade. Então, ele entrou no quarto e ajoelhou ao lado da minha cama e disse: ‘Eyshila, é para você orar pedindo a Deus para me levar ou me libertar, porque do jeito que estou eu não aguento mais’”.


A história de seu esposo foi interpretada no vídeo clipe da música “Protetiza” do CD “Jesus, O Brasil Te Adora” lançado recentemente pela Central Gospel Music. A música é uma homenagem da cantora aos seus sogros que sofreram durante este período em que o filho deles usava drogas. Confira o testemunho completo aqui


Assista ao clipe da música Profetiza:

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Liminar derruba reunião da Diretoria da CGADB

Antes de falar da liminar, deixe-me dizer que me esforço até onde posso para evitar o tema CGADB pelo desgaste que representa, para não caracterizar o blog como instrumento de uma nota só e com vistas a não esgarçar ainda mais a já tão combalida organização assembleiana. No entanto, as circunstâncias me obrigam a ser recorrente por falta de transparência nas decisões que emanam da Mesa Diretora, que não faz circular - ao que parece, propositadamente - as informações de direito aos seus associados. Assim, tenho de pagar o preço.


Quando foram apresentadas as chapas que concorrerão às próximas eleições de abril, em Brasília, DF, estranhei que cada uma delas só apresentou candidatos à primeira e a segunda tesourarias, ao contrário do estabelecido na reforma do estatuto aprovada na AGE de Maceió, AL, ano passado, que prevê três tesoureiros. Sei que a CONFRATERES entrou com liminar na comarca daquela capital, suspendendo os efeitos da Assembleia. Todavia, pouco tempo depois também tomei conhecimento que ela teria sido derrubada por outra ação impetrada pela Mesa Diretora, validando assim os efeitos daquela AGE. Ou seja, até onde eu sabia não havia impedimento algum para a apresentação de candidatos à terceira tesouraria.

Só que ontem, dia 2 de janeiro de 2013, me veio outra informação - à qual desconhecia - que há outra liminar no juízo do Rio de Janeiro, mantendo a suspensão da AGE em Maceió, sem que a Mesa Diretora tenha conseguido até agora derrubá-la. Por isso a apresentação de candidatos apenas para a primeira e a segunda tesourarias. Mas, ao mesmo tempo, suscitou em mim um sentimento de frustração por não ver as informações circularem, já que elas interessam a todos nós filiados à CGADB.


Mas as coisas não param por aí. Como todos sabem, a AGE de Maceió não foi tranquila. Embora não tenha estado presente, soube que o pastor Samuel Câmara e alguns de seus liderados teriam cometido excessos, que caracterizariam a quebra de decoro, conforme o artigo 130 inciso II do Regimento Interno da CGADB. Há até um vídeo que circula pela internet, mostrando as cenas do momento. Sobre isso já me manifestei à luz do que ouvi de terceiros e de ter assistido o próprio vídeo. Creio que esse não é o melhor caminho para legitimar uma causa. Todavia, desconheço o contexto porque não participei da AGE.

Mas o que também desconhecia é a existência de seis processos no Conselho de Ética e Disciplina da CGADB contra os pastores Samuel Câmara, Jônatas Câmara, Sóstenes Apollo da Silva e Ivan Pereira Bastos, alguns deles apresentados pelo pastor Sebastião Rodrigues de Souza, que nem inscrito estava na AGE de Maceió! Por que esses fatos não são trazidos ao conhecimento dos convencionais? Por que ficamos tolhidos de obter as informações sobre o andamento de tais processos? Vale dizer que na justiça comum basta dispor do número do processo ou do nome de uma das partes que os dados aparecem em detalhes na página virtual do respectivo juízo. A não ser nos casos em que corre em segredo de justiça. Aqui é diferente. Ninguém sabe de nada. As informações não chegam aos associados. O que se sabe é na base dos rumores.

Tomei conhecimento dos fatos apenas ontem, em virtude de me chegar às mãos cópia de uma liminar em que os pastores arrolados pedem na justiça - e são atendidos - a suspensão de uma reunião da Mesa Diretora marcada para os dias 3 e 4 de janeiro - portanto, para hoje e amanhã - em que os processos já apreciados pelo Conselho de Ética e Disciplina, com os respectivos pareceres, seriam então julgados. Há quem afirme que o veredicto estaria tomado: desligamento sumário, segundo rumores que estariam circulando entre alguns líderes. Soube, inclusive, que os pastores arrolados teriam tido a sua defesa cerceada, através de seus representantes legais, durante a tramitação do processo. Segundo me informou uma fonte, o pastor Sóstenes Apollo não teria feito sequer qualquer pronunciamento na capital alagoana! Volto a perguntar: por que essas questões são abafadas? Por que não vestimos a roupa da transparência?

Embora a Mesa Diretora da CGADB tenha poderes estatutários para conduzir tais julgamentos, respeitadas as instâncias e concedido o direito à ampla defesa, creio que ela já não tenha a imparcialidade necessária para julgar com justiça a causa porque ela mesma é parte interessada. Qualquer decisão estaria contaminada! Com exceção de quatro nomes que não a compõem atualmente, todos os demais são membros da Mesa Diretora atual e pleiteiam a eleição no mês de abril para outros diferentes cargos, sendo que o presidente busca a reeleição! Na justiça comum, quando o juiz tem algum tipo de relação ou de interesse com a parte em julgamento, sua primeira providência é declarar-se suspeito e afastar-se do caso. Não seria também a mesma situação?



Para resumir, portanto, vejo quatro incongruências:



1) Falta de informação aos associados da CGADB;



2) Julgar atos de uma AGE que, juridicamente, permanece suspensa;



3) O suposto cerceamento de defesa das partes em julgamento, e



4) Suspeição da Mesa Diretora para julgar por ser parte interessada no processo.



Concluo com o que já previra. Até abril parece que teremos muitos embates até mesmo em relação às inscrições, visto que, segundo o edital, o prazo terminou no dia 28 de dezembro às 19:00hs e há convenções em que quase a metade de seus filiados, os quais baixaram os respectivos boletos pela internet, não teriam feito qualquer pagamento pelo sistema bancário até esse horário. Se a lista final a ser divulgada no dia quatro tiver números discrepantes, veremos outro embate.

Creio ser a hora de o Conselho Consultivo entrar em cena para apaziguar os ânimos, buscar a conciliação e evitar que Brasília se transforme numa "praça de guerra" até porque as eleições não serão por urnas eletrônicas, mas por votação manual.

Ainda bem que a Comissão Eleitoral tem um presidente experimentado em eleições seculares!

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

6ª Semana de Pentecostes de 2013

Assembleia de Deus  ministério do belém  setor 14 Jd.Imbé. SP convida a todos para
6ª Semana de Pentecostes de 12 a 19 de Janeiro de 2013.

Divulguem, orem e jejuem em favor desde GRANDE EVENTO, para que Deus venha salvar almas, batizar com Espirito Santo e que haja curas e milagres no meio do seu povo.

Local: Sede do Setor 14
Endereço: Rua Pierre Legros, 200 Jd.Imbé.
Horários: 18:00h.
Pastor Setorial: José Miguel

CGADB: Encerrado período de inscrição para 41ª AGO - Brasília (DF)


AGO acontecerá de 8 a 12 de abril, inscrições estiveram abertas de 01 de novembro a 28 de dezembro de 2012
Pastor José Wellington Bezerra da Costa, presidindo sessão da 5ª AGE
da CGADB em Maceió, junho de 2012 
Segundo estabelece o estatuto da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB), se encerrou na última sexta, 28 de dezembro, às 18 horas, horário de Brasília, o período de inscrição aberto em 01 de novembro de 2012 para a 41ª Assembleia Geral Ordinária.

A 41ª AGO se dará de 08 a 12 de abril de 2013, na capital federal sob a presidência do pastor José Wellington Bezerra da Costa. Os dois últimos encontros convencionais dos ministros assembleianos, filiados a CGADB marcados por eleição da mesa diretora e conselho fiscal foram os maiores de todos os tempos na história da instituição que já ultrapassa a marca dos 80 anos.

Em 2007, na 38ª AGO, realizada no estado de São Paulo, no palácio de convenções do Anhembi, o número de inscritos ultrapassou há 9 mil; já em 2009 a 39ª AGO aconteceu no estado do Espírito Santo, no pavilhão de Carapina, Serra (ES), o número de inscritos ultrapassou há 17 mil. A estimativa é de que para próxima AGO, este número seja bem maior.

Aguardemos o número exato de inscritos que deve ser publicado pela secretaria geral dentro dos próximos dias.

Por Assessoria de Comunicação
AD Belenzinho (SP)